Acessibilidade

A Brava teve início com projetos para desenvolver aeronaves não tripuladas autônomas. Após o spin-off do CESAR, a empresa decidiu focar sua atuação em aplicações autônomas, não necessariamente para aeronaves.

As tecnologias da informação e comunicação (TIC) favorecem a AUTONOMIA em duas dimensões:

  • Dispositivos capazes de decidir por si só como reagir a estímulos. Por exemplo, robôs para exploração espacial e veículos não tripulados sem controle remoto.
  • Seres humanos capazes de realizar tarefas que não poderiam realizar sem apoio, como sistemas de apoio à decisão e próteses inteligentes.

Entre as ramificações da aplicação de TIC para autonomia em seres humanos, aquelas relacionadas a ACESSIBILIDADE são muito importantes porque fortalecem a cidadania em quem justamente carece de autonomia.

Já há oferta de aplicações sob rótulos variados como engenharia da acessibilidade, tecnologia assistiva, robótica, biocibernética e tecnobiomedicina. Em geral, são inovações para ampliar a autonomia de pessoas portadoras de deficiências. A demanda por outro lado, é muito maior que a oferta. Segundo o IBGE, “os resultados do Censo 2000 mostram que, aproximadamente, 24,6 milhões de pessoas, ou 14,5% da população total, apresentaram algum tipo de incapacidade ou deficiência. São pessoas com ao menos alguma dificuldade de enxergar, ouvir, locomover-se ou alguma deficiência física ou mental.”

A Brava entende que sua competência de pesquisa e desenvolvimento em aplicações de autonomia pode responder a alguns desejos e necessidades do mercado de acessibilidade, que é um caso particular de autonomia.

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